ÁGUA: DONA DA VIDA




Sexta-feira, Julho 30, 2004



Os Biólogos Angelo José Rodrigues Lima (ONG "O Nosso Vale!A Nossa Vida") e Raquel Cristina de Almeida (Projeto "Um Olhar para o Rio Paraíba do Sul"), foram os únicos selecionados do estado do Rio de Janeiro entre 148 inscritos de todo o Brasil para o Curso Básico de Interpretação de Imagens Digitais aplicadas ao Meio Ambiente, promovido pelo Instituto Eco-Solidário em parceria com o ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica. O curso terá duração de 5 (cinco) sábados a partir do próximo dia 31, com encerraento em 28 de agosto, em São José dos Campos.

Detalhes do curso:

Curso Básico de Interpretação de Imagens Digitais aplicadas ao Meio Ambiente

Coordenação: Wilson Cabral de Sousa Júnior e Fabiano Morelli - ITA

Instrutores: Carlos Frederico de Angelis e Marcello Alves

Este curso visa capacitar agentes ambientais e mobilizar a comunidade para a conservação das porções de Mata Atlântica e seus ecótonos.
Com uma parceria inovadora ONG + Instituição de Ensino e Pesquisa (Laboratório de Geomática do ITA - São José dos Campos) será realizado investimento em capacitação em sensoriamento remoto e geoprocessamento.

Destina-se principalmente aos agentes ambientais que atuam em organização ambientalistas locais, facilitando as ações de preservação, além de prever uma ação a longo prazo, no uso destes recursos, ao instalar um pequeno laboratório digital numa organização ambientalista.

Clique aqui e conheça o programa completo

LOCAL do CURSO: Instituto Tecnológico da Aeronáutica - ITA
Divisão de Engenharia de Infra-estrutura Aeronáutica
Laboratório de Geomática
Praça Marechal Eduardo gomes, 50 Vila das Acácias - São J Campos SP
Informações no telefone: (12)- 3922-7680 no período da tarde

Eco - Solidário - Rua Euclides Miragaia, 145 Centro
São José dos Campos - SP - Brasil

Nota da Imprensa






Quarta-feira, Julho 28, 2004



Governo lança programa de educação ambiental para professores


Os Ministérios da Educação e do Meio Ambiente lançaram nesta segunda-feira, 26 de julho, o programa "Vamos cuidar do Brasil com as escolas", que vai formar 32 mil professores em educação ambiental até o fim deste ano. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, esta é uma forma de criar valores nos adultos do amanhã, para que tenham, no seu cotidiano, o "compromisso de cuidar da vida, da natureza e da sua própria existência".

De acordo com a ministra, o conteúdo do curso será diluído entre as disciplinas ensinadas nas escolas. "Na prática, nós vamos ter os conteúdos da educação ambiental plasmados nos diversos conteúdos, em atividades específicas para as crianças", explicou.

Marina Silva lembrou que, durante a Conferência Nacional do Meio Ambiente, realizada no ano passado, foram debatidas formas de cuidar dos recursos hídricos, da fauna e da flora, temas que serão transmitidos por meio dos cursos. "O meio ambiente deve ser um compromisso do governo como um todo, e é isso que estamos fazendo aqui", disse Marina. De acordo com a ministra, esse esforço consta da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Durante esta semana 200 pessoas, representantes de secretarias estaduais e municipais de Educação, universidades, secretarias estaduais de Meio Ambiente, Conselhos Jovens e Organizações Não-Governamentais serão formadas e ficarão responsáveis por coordenar e articular os processos de formação em seus Estados para 1.800 novos formadores. Num sistema de rede, eles trabalharão diretamente com os 64 mil professores e alunos das escolas que aderiram ao projeto. Durante a Conferência Nacional do ano passado, 16 mil escolas participantes elegeram dois professores cada para participarem deste processo de formação.

De acordo com Fernando Haddad, ministro interino da Educação, a meta inicial é de atingir estas 16 mil escolas, atingindo assim 32 mil professores. "Esta é uma meta ambiciosa para um primeiro momento mas ainda muito aquém das necessidades do país, que tem cerca de 200 mil escolas", declarou.

Segundo ele, a criação, este ano, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), teve por objetivo trabalhar os assuntos conhecidos como transversais, que passam por todo o ciclo educacional. "A questão ambiental é um deles. Todo o ciclo educacional, desde a educação infantil até a pós-graduação, tem
que estar voltado para a discussão do desenvolvimento sustentável do ponto de vista ecológico", explicou Haddad.

Fonte: Comunidade Ambiental

Ainda não tivemos resposta alguma do Deputado Federal Carlos Nader sobre o e-mail enviado em 13/07 referente à materia da agência câmara tratando do Projeto de lei (3573/04), que cria a disciplina de meio ambiente nas escolas indo contra a Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999, que dispõe sobre a educação ambiental.

Tempo Real - 13/7/2004 15h14

Aluno de escola pública pode ter aula de meio ambiente Projeto de lei (3573/04), apresentado pelo deputado Carlos Nader (PFL-TO), determina a inclusão da matéria de meio ambiente nas escolas de ensino fundamental e médio da rede pública. A proposição encontra-se na Comissão de Educação e Cultura e tem como relator o
deputado Kelly Moraes (PTB-RS). De acordo com a proposta, o conteúdo e o programa sobre meio ambiente deverá ser elaborado pela Secretaria Estadual de Educação. O conteúdo da disciplina será ministrado durante um ano, pelo menos, em cada etapa de ensino, com carga horária mínima de duas horas semanais para
a parte teórica. A intenção, segundo o deputado, é conscientizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente, da reciclagem do lixo e
dos cuidados para evitar a degradação do ambiente. "Priorizando a formação e a informação às nossas crianças nos bancos escolares, com certeza formaremos uma nova mentalidade em relação a importância da natureza e do equilíbrio desta para vivermos com mais saúde", argumenta.

Trâmite

A proposta também será examinada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Por tramitar em caráter conclusivo, se aprovado na CCJ, o projeto segue direto para análise do Senado Federal.

Da Redação/ RCA
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)

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Sábado, Julho 24, 2004




A vida foi muitas vezes comparada à água que corre. Mas que diferença entre a água que jorra da nascente no topo da montanha e aquela que chega à foz do rio, depois de ter recebido todo o tipo de sujeiras e até mesmo produtos tóxicos! Pura ou poluída, a água é sempre a água, como a vida é sempre a vida; mas nada é mais vivificante do que a água pura, ao passo que a água poluída traz a morte. A vida jorra do seio de Deus e desce para saciar todas as criaturas. Mas os humanos não estão conscientes do caráter sagrado da vida; eles sujam a vida de Deus, a água de Deus.
Estais admirados e se questionando: "Mas como podemos, nós, sujar a vida divina?"
Cada vez que temos falta de sabedoria, de amor, de desapego, é como se deitássemos imundícies na ribeira do Senhor. E a ribeira não protesta, aceita tudo para ajudar os humanos. Ela espera que eles tomem consciência das suas responsabilidades na preservação da vida cósmica.


(Omraam Mikhaël Aïvanhov)







Quarta-feira, Julho 14, 2004




AMEAÇA A QUALIDADE DE VIDA E A SITUAÇÃO DO MEIO AMBIENTE CONVIDAM!!!


Prezado (a) Parceiro (a)

Nos últimos meses, vimos no Sul do país ciclones que a princípio pareciam inofensivos, sendo que o homem desprezando este acontecimento não tomou as medidas cabíveis, resultando na destruição de lares e desaparecimento de pessoas. Já na Europa observamos o verão incandescente que resultou na morte de várias pessoas bem como a queima de várias florestas.

Assim vemos que mesmo com os excessos mostrados no filme "O dia depois de amanhã", o mundo caminha para uma tragédia que pode ser evitada, mas que não é com a ganância do ser humano em apenas lucrar com os recursos naturais sem repor ao meio ambiente.

Portanto, você que participou o ano passado da Conferência Nacional do Meio Ambiente ¿ através da 1a Conferência Regional do Médio Paraíba, onde a água foi o tema principal, não pode perder a oportunidade de dar continuidade ao debate realizado naquela ocasião e principalmente não pode mais perder tempo de fazer isto de forma organizada.

É importante você cidadão consciente continuar participando de eventos relacionados ao meio ambiente, porém, mais do que isso, é urgente construirmos instituições, da sociedade civil, fortes e capazes de dar respostas aos problemas ambientais.

As recentes informações sobre a situação crítica em que se encontra o meio ambiente e as possibilidades de estarmos colocando em risco a existência de vida na Terra, nos mostra ainda mais a necessidade de convidá-lo para participar junto conosco da organização ambiental "O Nosso Vale! A Nossa Vida".

A organização O Nosso Vale! A Nossa Vida vem se destacando no âmbito do médio Paraíba do Sul, por uma postura ética, séria e principalmente tentando a todo custo trocar informações para que juntos possamos construir uma grande consciência ambiental e que leve ainda muito mais pessoas para participar da defesa da nossa qualidade de vida.

Por isso, convido você para participar da Assembléia Geral da Ong "O Nosso Vale! A Nossa Vida", que será realizada no dia 24 de julho de 2004 - Sábado, a partir das 15 horas com término às 18 horas, no Auditório do Colégio Verbo Divino, situado à Rua Prefeito Mário Pinto dos Reis, 188, Centro - Barra Mansa/RJ.

Programação:

15:00 - Abertura com 1a chamada

15:15 - 2a chamada

15:30 - Balanço das atividades da Ong no último período

16:00 - Discussão sobre o Balanço

16:15 - Apresentação do Estatuto da Ong

16:30 - Discussão sobre composição da Diretoria

17:00 - Apresentação e votação da Composição da Diretoria

17:15 - Apresentação do Filme "A Água no nosso dia a dia" - filme produzido pela Ong O Nosso Vale! A Nossa Vida.

18:00 - Encerramento

Por favor confirme sua participação
pelo telefone: (24) 9999-5331
ou
e-mail: angelo.lima@uol.com.br

Ângelo José Rodrigues Lima
Secretário Executivo da NVNV





Domingo, Julho 11, 2004



Acidente Ambiental


Alerta sobre risco de lixos orgânicos

Especialista lembra outros casos semelhantes e diz que episódio poderia ser evitado

Barra Mansa

Depois de reveladas as primeiras conclusões de técnicos da Feema (Fundação Estadual de Engenharia e do Meio Ambiente) sobre a área que entrou em combustão espontânea, na Avenida Presidente Kennedy, e vitimou três crianças, o ambientalista Gil Portugal alerta sobre o risco de fábricas que não se desfazem de lixos tóxicos e orgânicos, assim como o que aconteceu no local - antigo aterro de carvão. Ele ainda lembrou de outros acidentes parecidos, que já ocorreram em outras cidades, e destacou que eles, em sua maioria, poderiam ter sido evitados se houvesse maior prudência por parte dos responsáveis.
Um dos casos mais conhecidos foi o do Césio 137, em Goiânia. A cápsula que continha cloreto de césio foi apanhada no terreno onde funcionava a Santa Casa de Misericórdia de Goiânia por catadores de sucata, que a destruíram. Muitas pessoas tiveram contato com o material e as vítimas de maior gravidade foram internadas de imediato em alguns hospitais da cidade. Dezenas de milhares de pessoas foram submetidas a testes com detetores de radiação.
- É um episódio que pode ser prevenido através de consciência. Assim como a que tenho de que ultrapassando o sinal vermelho eu sei que posso provocar um acidente - comparou o ambientalista, informando que todo tipo de lixo industrial deve ser neutralizado antes de ser depositado em um aterro.
Ainda de acordo com Portugal, o motivo da combustão pode ter ocorrido pelo fato do carvão ser um produto químico que, assim como o lixo orgânico, também gera o metano, causando a combustão instantânea. ¿Para evitar que isso aconteça o ideal seria a escavação ou remoção do carvão ou de qualquer outro produto¿, disse o ambientalista, lembrando um caso que ocorreu em Santa Catarina, onde uma cápsula de um hospital que oferecia tratamento radioativo foi deixada em um terreno e também causou acidente, ferindo pessoas.
- Está capsula foi descartada nessa localidade há cerca de oito anos. Uma pessoa encontrou, achou o objeto diferente e, ao quebrá-lo com a marreta, causou um grande acidente. Na época, além de queimaduras, algumas pessoas ficaram comprometidas com o risco de terem câncer devido a radioatividade - disse Portugal.
Outro caso que ele recordou foi o que aconteceu na periferia do Rio de Janeiro, em que deixaram sob um terreno resíduos tóxicos contendo benzina. "Por conta disso, muitas crianças ficaram intoxicadas com a substância usada como veneno para baratas", recordou Portugal.

Caso de BM ainda está em andamento

Na última quinta-feira, os homens do Corpo de Bombeiros, com o auxílio de uma escavadeira, conseguiram atingir o núcleo da combustão subterrânea e dominar o braseiro, acabando com fogo e a fumaça que brotavam da terra. Agora os trabalhos estão sendo coordenados por dois técnicos da Divoc (Divisão de Operações de Campo), da Feema do Rio, que em relatório de suas primeiras conclusões constataram que o aterro foi feito sobre a camada de um metro e meio de carvão vegetal, cuja extensão ainda é desconhecida.
Já o laudo completo da Feema só ficará pronto depois de amanhã. No entanto, os técnicos do órgão, que determinaram o corte do terreno, disseram que o carvão entrou em combustão depois que foi ateado fogo sobre a vegetação seca resultante da roçada do terreno. O calor provocado fez o carvão entrar em combustão, queimando os meninos que brincavam no local.
Sobre a possibilidade de algumas casas terem sido construídas no aterro sobre o carvão, surgida também na semana passada, quando as escavações do terreno se aprofundaram, os técnicos não souberam responder às perguntas dos moradores. No entanto, o coordenador do MEP (Movimento Pela Ética na Política), José Alves, que esteve no local e disse que vai tentar apurar a história do aterro para saber se há risco para os vizinhos.

Fonte: Diário do Vale.




Sábado, Julho 10, 2004



Acidente Ambiental


Área em combustão, onde crianças se queimaram, era depósito de carvão

Barra Mansa

A área que entrou em combustão espontânea, na Avenida Presidente Kennedy, e vitimou três crianças, era um antigo aterro de carvão, segundo as primeiras conclusões de técnicos da Feema (Fundação Estadual de Engenharia e do Meio Ambiente). Ontem mesmo, bombeiros, com o auxílio de uma escavadeira, chegaram ao núcleo da combustão subterrânea e conseguiram dominar o braseiro, acabando com fogo e a fumaça que brotavam da terra. Os trabalhos estão sendo coordenados por dois técnicos da Divoc (Divisão de Operações de Campo), da Feema do Rio.
Nas primeiras conclusões dos técnicos, o aterro foi feito sobre a camada de um metro e meio de carvão vegetal, cuja extensão ainda é desconhecida.
Embora o laudo da Feema só fique pronto terça-feira, dois técnicos do órgão, que determinaram o corte do terreno que permitiu a descoberta da camada de carvão, extra-oficialmente disseram que o carvão entrou em combustão depois que foi ateado fogo sobre a vegetação seca resultante da roçada do terreno. O calor provocado fez o carvão entrar em combustão.
- Isso é resíduo, pó de carvão. E pode ser carvão vegetal. A camada é de um metro e meio, mas não sabemos até onde ela vai para os lados - disse Luiz Américo, um dos técnicos da Feema.
A preocupação sobre a possibilidade de algumas casas terem sido construídas no aterro sobre o carvão surgiu ontem, quando as escavações do terreno se aprofundaram. No entanto, os técnicos não souberam responder às perguntas dos moradores. O coordenador do MEP (Movimento Pela Ética na Política), órgão ligado à Igreja Católica, José Alves, que esteve no local e conversou com as famílias, disse que vai tentar apurar a história do aterro para saber se há risco para os vizinhos.
O coordenador municipal de meio ambiente, Marcos Chiesse, localizou Fernando Sapedi, filho de um homem que alugou o terreno para instalar uma firma de reciclagem no local 20 anos atrás, e confirmou que seu pai adquiria carvão em pó de diversas indústrias para reaproveitá-lo
- Não creio que se estenda além do terreno que entrou em combustão. Desconheço essa situação. Estimo que exista apenas 8 mil metros cúbicos de carvão formando uma camada de um metro e meio de altura - disse Chiesse, tranqüilizando os moradores vizinhos.
O coordenador de Defesa Civil, Manoel de Souza, prevê que, até sábado, além do núcleo incandescente, os focos menores estarão extintos. A melhor maneira de acabar com a combustão é formando um lamaçal na área afetada.
- O fogo subterrâneo se espalhou, criando túneis e canais em várias direções, criando focos menores, que têm que ser apagados através de combates setoriais. Não temos, ainda, conhecimento da extensão do terreno e desses túneis. Estamos fazendo cortes para isolar o avanço e trabalhando com muita água para apagar os braseiros e resfriar o terreno - disse Manoel.

Fonte: Diário do Vale.

O apagar das chamas

Feema apaga fogo em terreno no Ano Bom com água; laudo sobre o caso saí na semana que vem


BARRA MANSA


Ainda não se sabe as verdadeiras causas que levaram um terreno da Avenida Presidente Kennedy, no bairro Ano Bom, a acabar em chamas. Mas o caso está parcialmente resolvido, depois que a área recebeu milhares de litros de água. A ação, executada pela Feema (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente) em parceria com o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, a Coordenadoria de Meio Ambiente de Barra Mansa e a Guarda Municipal, aconteceu durante o dia de ontem. De acordo com o técnico do Grupo de Emergência da Feema, Paulo Eugênio, foi preciso usar uma retroescavadeira para chegar ao foco, que estava a um metro e meio de profundidade, e conseguir umedecer o local. "Tivemos que jogar água por baixo, primeiramente. Nas áreas umedecidas não há o perigo de voltarem as chamas, só se isso acontecer em outra área", diz Eugênio.
Segundo o coordenador municipal de meio ambiente, Marco Chiesse, foram utilizados mais de 50 mil litros de água na localidade. "Foram despejadas águas do Rio Paraíba e de caminhões-pipa do Corpo de Bombeiros e da empresa Rio Claro. A operação levou mais de cinco horas para ser concluída. O primeiro laudo sobre as substâncias saí na terça-feira", adianta Marco. O coordenador disse também, que até a descoberta da causa do incêndio o terreno ficará isolado e a Guarda Municipal continuará realizando rondas isoladas nas proximidades. "A área vai ficar interditada e a GM fará o monitoramento do local. Se qualquer pessoa entrar no terreno será retirada pelos guardas", diz Chiesse.
O coordenador antecipou uma boa notícia: segundo ele, a família do menino João Pedro Teodoro da Silva, de oito anos, que teve 75% do corpo queimado no terreno incandescente, informou que ele não terá os pés amputados. "Eles disseram que após um exame realizado no Hospital das Clínicas foi possível constatar que não há necessidade da amputação dos pés do menino", revela.

Fonte: A Voz da Cidade